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Cachoeira Corisco |
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Construção do século XVIII (1785). Está localizado
na Rua Samuel Costa, no centro histórico da cidade. |
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Cachoeira do Iriri |
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Criada com
o intuito de homenagear o povo da cidade, a casa oferece uma viagem no tempo.
Construção dos meados do século XVIII (1754), foi
restaurada e viabilizada sua utilização por diversas empresas.
Está localizada na Rua Dona Geralda, 177, no Centro Histórico .
Horários e preços para visitação: de quarta-feira
à segunda-feira das 10:00h às 18:30h - Preço normar - R$
8,00, professores e estudantes - R$ 4,00. Entrada livre para moradores, menores
de seis anos e maiores de sessenta e cinco anos. |
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Cachoeira da Penha |
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Conjunto
arquitetônico, tombado pelo Patrimônio Histórico, que
mantém as características de sua época (século
XVIII). Calçamentos com pedras tipo "pé-de-moleque" e
construções em perfeito estado de
conservação. |
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Cachoeira Pedra Branca |
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Construído nos meados do século XIX (1851) para abastecer a
cidade. É todo em mármore branco e também conhecido por
Chafariz de Mármore. Recebe o nome de Chafariz do Pedreira, por estar
localizado na Praça do Pedreira. |
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Cachoeira Taquari |
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Hoje
acolhendo o Centro de Artes e Tradições de Paraty, este forte
edificado no início do século XVIII (1703), é o
único ainda existente em Paraty. Para chegarmos até ele, sobe-se
a pé por uma agradável alameda cercada de ampla
vegetação e no alto tem-se uma belíssima vista da cidade
de Paraty e da sua baía. Está localizado no Morro do Forte,
s/nº. Visitação: de terça-feira à sexta-feira,
das 10:00 às 12:00 horas e das 13:00 às 17:00 horas.
Sábados, domingos e feriados, das 14:00 às 18:00 horas. |
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Cachoeira Toca da
Ingrácia |
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Inaugurado
em 1973 apresenta importantes coleções que passaram por minucioso
trabalho de recuperação e que levaram mais um ano para ficar
prontas. Está localizado no interior da Igreja de Santa Rita, no Largo
de Santa Rita e reúne mais de cento e cinquenta peças
restauradas. |
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Fazenda Murycana |
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Instalado
no Forte do Defensor Perpétuo, tem por objetivo retratar a cultura do
povo de Paraty, resgatando seus valores. Assim é que ali, o artesanato
tem lugar especial de destaque tendo em vista que faz parte do dia-a-dia da
população. Na exposição, instrumentos da pesca,
cestaria do litoral e do sertão, o fabrico da farinha, instrumentos
musicais, etc... |
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Poço da Laje |
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O Parque
criado em 1971 é constituído por uma área de 104.000
hectares, sendo 60% no Estado do Rio de Janeiro e 40% em São Paulo. Ele
começa na Ponta da Trindade em Paraty, na divisa dos Estados do Rio de
Janeiro e São Paulo e em sua abrangência integra ainda a
Área de Proteção Ambiental -APA do Cairuçú e
Reserva Ecológica da Joatinga. Possui flora exuberante e em seus
domínios podemos encontrar diversas espécies de animais
ameaçadas de extinção. |
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Poço das
Andorinhas |
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São
pequenos altares públicos, distribuídos pelas ruas da cidade,
usados nas procissões da Semana Santa. |
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Poço Sítio Caminho do
Ouro |
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Está localizado no Largo de Santa Rita e é uma
edificação do início do século XVIII (1703). O
quartel era uma das sete fortificações que faziam a defesa da
Baía de Paraty. Já foi utilizado como cadeia e hoje, restaurado,
abriga a Secretaria Municipal de Turismo e Cultura. Ali, funciona a Biblioteca
Fábio Villaboim. Visitação: Segunda-feira à
sexta-feira, das 09:00h às 12:00h e 13:00h às 17:00h. |
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Tobogã |
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Criada no
ano de 1992 com o objetivo de preservar o ecossistema local, a reserva
localiza-se ao sul de Parati e faz parte da Área de
Proteção Ambiental de Cairuçu. Com aproximadamente 80
quilômetros quadrados possui em seus domínios diversas comunidades
distribuidas em seu interior, as quais se utilizam da pesca, da agricultura e
do turismo, para sua subsistência. |
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